FLACIDEZ VAGINAL
Os músculos do assoalho pélvico – conjunto de músculos localizados no fundo da pelve óssea, envolvendo os três canais: uretra, vagina e reto – tem como função sustentar os órgão pélvicos, manter a continência urinária e fecal s e auxiliar a função sexual e no parto.
Esses músculos podem se enfraquecer por várias razões ao longo da vida de uma mulher, como, por exemplo, nas situações em que há uma sobrecarga para responder a esforços físicos. Nestes casos podem ocorrer lesões e um consequente enfraquecimento progressivo.
Essas situações podem acontecer por excesso de esforços físicos (cronicidade de tosses, espirros, levantamento de pesos como na musculação em demasia ou mal direcionada) e na gestação.
IMPORTANTE é também considerarmos os fatores hereditários, quando as situações de incontinência se repetem, geração após geração.
Na gestação, a força dos músculos do assoalho pélvico deve ser ainda maior já que, durante este período, o peso do conjunto formado pelo bebê, placenta, etc, gera uma sobrecarga de vários meses sobre aquela musculatura.
O trabalho de parto, independentemente de ser vaginal ou cesáreo, ainda é o maior responsável por lesões no assoalho pélvico, que podem levar a situações de incontinência urinária ou fecal.
Além de todos esses fatores existe uma manutenção diária que esses músculos precisam exercer contra a força da gravidade.
É comum que mulheres com filhos, após os 50 anos de idade, apresentem algum grau de fraqueza desses músculos, visto que eles são intimamente dependentes do estrogênio (hormônio sexual feminino), que decai após a menopausa, provocando um enfraquecimento rápido do Assoalho pélvico.
Em alguns tipos de cirurgia ginecológicas também pode , ocasionalmente, haver o surgimento de lesões que irão enfraquecer esses músculos, o que explica, por exemplo, a ocorrência de incontinência urinária após alguns procedimentos.
Mas, de um modo geral, nenhuma mulher está livre dos fatores causadores do enfraquecimento destes músculos, seja ela mãe ou não.
Outro problema que pode ser gerado pelo enfraquecimento dos músculos do períneo são os prolapsos, quando órgãos internos saem de suas posições normais e podem se exteriorizar pela cavidade vaginal, ou retal. Dependendo do órgão que desce, o que configura uma também uma frouxidão ligamentar (ligamentos também são responsáveis pela sustentação dos órgãos no interior da pelves), configuramos prolapsos de bexiga, útero, vagina e reto.
A BOA NOTÍCIA é que podemos exercitar esses músculos com o objetivo de fortalecê-los, preventivamente inclusive, melhorando sua capacidade natural de sustentação dos órgãos pélvicos e de um bebê quando na gestação, aumentando sua possibilidade real de continência e melhorando nossa performance na sexualidade.
Esses exercícios são fáceis de serem aprendidos e podem ser realizados na comodidade de nossas casas, podem e devem ser feitos nem diversas posições: sentada, deitada, em pé, caminhando, podem ser associados as nossas atividades físicas em academias
Exercitar continuamente os músculos do assoalho pélvico, além de evitar o enfraquecimento e todos os transtornos decorrentes, ainda melhora a irrigação sanguínea desta musculatura, favorecendo as condições necessárias a um orgasmo e diminui a ação degenerativa ocasionada pelo envelhecimento sobre o sistema urogenital da mulher.
INICIALMENTE É IMPORTANTE QUE A MULHER SAIBA CONTRAIR CORRETAMENTE OS SEUS MÚSCULOS DO ASSOALHO PÉLVICO.
Como em qualquer atividade física de academia, o treino para exercitar esses músculos requer precisão nos movimentos e um treino bem delineado, sendo ideal o monitoramento realizado por um fisioterapeuta com formação acadêmica e especializada na área.
Os músculos do assoalho pélvico – conjunto de músculos localizados no fundo da pelve óssea, envolvendo os três canais: uretra, vagina e reto – tem como função sustentar os órgão pélvicos, manter a continência urinária e fecal s e auxiliar a função sexual e no parto.
Esses músculos podem se enfraquecer por várias razões ao longo da vida de uma mulher, como, por exemplo, nas situações em que há uma sobrecarga para responder a esforços físicos. Nestes casos podem ocorrer lesões e um consequente enfraquecimento progressivo.
Essas situações podem acontecer por excesso de esforços físicos (cronicidade de tosses, espirros, levantamento de pesos como na musculação em demasia ou mal direcionada) e na gestação.
IMPORTANTE é também considerarmos os fatores hereditários, quando as situações de incontinência se repetem, geração após geração.
Na gestação, a força dos músculos do assoalho pélvico deve ser ainda maior já que, durante este período, o peso do conjunto formado pelo bebê, placenta, etc, gera uma sobrecarga de vários meses sobre aquela musculatura.
O trabalho de parto, independentemente de ser vaginal ou cesáreo, ainda é o maior responsável por lesões no assoalho pélvico, que podem levar a situações de incontinência urinária ou fecal.
Além de todos esses fatores existe uma manutenção diária que esses músculos precisam exercer contra a força da gravidade.
É comum que mulheres com filhos, após os 50 anos de idade, apresentem algum grau de fraqueza desses músculos, visto que eles são intimamente dependentes do estrogênio (hormônio sexual feminino), que decai após a menopausa, provocando um enfraquecimento rápido do Assoalho pélvico.
Em alguns tipos de cirurgia ginecológicas também pode , ocasionalmente, haver o surgimento de lesões que irão enfraquecer esses músculos, o que explica, por exemplo, a ocorrência de incontinência urinária após alguns procedimentos.
Mas, de um modo geral, nenhuma mulher está livre dos fatores causadores do enfraquecimento destes músculos, seja ela mãe ou não.
Outro problema que pode ser gerado pelo enfraquecimento dos músculos do períneo são os prolapsos, quando órgãos internos saem de suas posições normais e podem se exteriorizar pela cavidade vaginal, ou retal. Dependendo do órgão que desce, o que configura uma também uma frouxidão ligamentar (ligamentos também são responsáveis pela sustentação dos órgãos no interior da pelves), configuramos prolapsos de bexiga, útero, vagina e reto.
A BOA NOTÍCIA é que podemos exercitar esses músculos com o objetivo de fortalecê-los, preventivamente inclusive, melhorando sua capacidade natural de sustentação dos órgãos pélvicos e de um bebê quando na gestação, aumentando sua possibilidade real de continência e melhorando nossa performance na sexualidade.
Esses exercícios são fáceis de serem aprendidos e podem ser realizados na comodidade de nossas casas, podem e devem ser feitos nem diversas posições: sentada, deitada, em pé, caminhando, podem ser associados as nossas atividades físicas em academias
Exercitar continuamente os músculos do assoalho pélvico, além de evitar o enfraquecimento e todos os transtornos decorrentes, ainda melhora a irrigação sanguínea desta musculatura, favorecendo as condições necessárias a um orgasmo e diminui a ação degenerativa ocasionada pelo envelhecimento sobre o sistema urogenital da mulher.
INICIALMENTE É IMPORTANTE QUE A MULHER SAIBA CONTRAIR CORRETAMENTE OS SEUS MÚSCULOS DO ASSOALHO PÉLVICO.
Como em qualquer atividade física de academia, o treino para exercitar esses músculos requer precisão nos movimentos e um treino bem delineado, sendo ideal o monitoramento realizado por um fisioterapeuta com formação acadêmica e especializada na área.
PERINEO FEMININO

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